Me cansei...
Cansei de quererem q eu tenha todas as respostas.
Cansei de esperarem q eu tenha a solução pra tudo.
Cansei dessa cobrança desumana, me cansei.
Me cansei de ter de me portar dessa ou daquela forma por ser a mais correta, a mais racional.
Cansei desse controle todo.
Cansei dessa liberdade ilusória que me é empurrada a todo momento, me cansei.
Me cansei de receber normas, regras, horários.
De ter tudo dado e depois retirado sem dó.
Também me cansei de ter de ser sempre forte, me cansei.
Me cansei de ter expectativas frustradas.
Decidi esperar menos pra me surpreender mais pelas pequenas coisas da vida.
Resolvi que não adianta me preocupar com o que não posso modificar.
Resolvi, que simplismente vou deixar o tempo correr...
O tempo... dono de todas as respostas.
Para tudo há um início. Há sempre histórias que moldam um ser pensante. Até mesmo para os maiores loucos.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Andar em círculos...
Era como seu eu andasse em círculos. Como se a vida fosse uma sala circular tão ampla que a vista não alcançava o lado oposto. Lado não, salas circulares não tem lados. Enfim, era como se nesta sala circular não houvesse de fato paredes. Em seu lugar haviam portas lado a lado esperando para serem abertas. Em cada porta uma surpresa. Ou não. Talvez em cada porta houvesse apenas mais uma sala semelhante à outra de que acabara de sair. Com mais portas emparelhadas. Em algumas salas encontramos outras pessoas na mesma situação. Algumas nos indicam portas a seguir, das quais já vieram. Algumas nos acompanham neste caminho durante algum tempo. Deixam marcas, saudades da caminhada. Outros simplesmente passam por nós, sem mudar nossos rumos. Qual nosso objetivo nesse labirinto de amplas salas circulares e portas? Descobrir o seu fim. Se é que ele existe. Ou apenas encontrar uma sala que nos agrade e ali permanecer por um tempo.
Era como se eu andasse em círculos, e a cada círculo uma nova descoberta. Por vezes encontro salas que me agradam, ou pessoas com quem conversar, compartilhar idéias, ideais. Algumas ficam por um tempo. Outras logo se vão. Por vezes, ainda, me sento no centro da sala, porque afinal, salas circulares não tem cantos. Me sento, cansada de buscar o desconhecido. Começam a passar pela minha cabeça diversas cenas de salas longínquas, já visitadas. E então espero por alguém que volte para a sala onde me encontro. Por vezes minha insana vontade de sair em busca desse alguém se acentua, mas logo minha razão me trás à realidade, mostrando todas dificuldades do caminho. Então volto ao eu estado de inércia, inquieta por me sentir impotente. E o tempo passa. Quem sabe um dia, este alguém consiga encontrar o caminho de volta, seja sozinho, seja guiado por outros. Vou continuar no meu lugar, estática. Ou talvez me mova. Se isso aconteces, irei sinalizar, nortear o caminho pro meu encontro. E nessas idas e vindas, quem sabe eu me encontre. Quem sabe? Talvez nos encontremos no fim do labirinto. Se é que ele tem fim. Pra finalizar este texto um pouco insano, um pouco meditativo, tomo como minhas palavras de uma música: "Enquanto isso, a vida vai passando..."
Era como se eu andasse em círculos, e a cada círculo uma nova descoberta. Por vezes encontro salas que me agradam, ou pessoas com quem conversar, compartilhar idéias, ideais. Algumas ficam por um tempo. Outras logo se vão. Por vezes, ainda, me sento no centro da sala, porque afinal, salas circulares não tem cantos. Me sento, cansada de buscar o desconhecido. Começam a passar pela minha cabeça diversas cenas de salas longínquas, já visitadas. E então espero por alguém que volte para a sala onde me encontro. Por vezes minha insana vontade de sair em busca desse alguém se acentua, mas logo minha razão me trás à realidade, mostrando todas dificuldades do caminho. Então volto ao eu estado de inércia, inquieta por me sentir impotente. E o tempo passa. Quem sabe um dia, este alguém consiga encontrar o caminho de volta, seja sozinho, seja guiado por outros. Vou continuar no meu lugar, estática. Ou talvez me mova. Se isso aconteces, irei sinalizar, nortear o caminho pro meu encontro. E nessas idas e vindas, quem sabe eu me encontre. Quem sabe? Talvez nos encontremos no fim do labirinto. Se é que ele tem fim. Pra finalizar este texto um pouco insano, um pouco meditativo, tomo como minhas palavras de uma música: "Enquanto isso, a vida vai passando..."
domingo, 5 de setembro de 2010
Decidir é preciso!
O tempo inteiro em nossas vidas precisamos decidir. Sejam coisas pequenas, como: "Qual sobremesa escolho?A maçã ou o doce?" ou coisas que mudam por inteiro nossa vida, como por exemplo escolher um profissão.
Apesar de difícil, às vezes angustiantes, as escolhas se fazem nescessárias, na medida que nos cabe escolher que caminhos trilhar, o que fazer, como agir. Estas opções de vida, nos fazem crescer como pessoa e aprender um pouco mais sobre nós mesmos. Uma escolha muda toda uma vida, e faz com que nos descubramos.
Nem sempre tomamos escolhas acertadas. Há também vezes em que as escolhas não mudam apenas nossa vida. Escolhas fazem parte do nosso dia-a-dia. Alteram a realidade. E modificam nações. A escolha de um pode alterar a realidade de muitos.
Após essa reflexão, vemo-nos novamente em época de eleição, e percebemos que mais uma vez, nossa escolha pode fazer a diferença.
O país se tornou um vitrine de rostos conhecidos ou não, que dizem ter feito mudanças nem sempre vistas por nós. Alguns novos, que dizem que farão algo. E temos uma vez mais, que decidir quem merece ser eleito pra nos representar.
E mais uma vez a escolha angustiante de ter o poder de mudar o país ou não está e nossas mãos. Pesemos bem, ponderemos bem, quais serão nossos escolhidos, para que no futuro tenhamos orgulho de dizer, eu fiz parte dessa mudança, minha escolha fez a diferença!
Apesar de difícil, às vezes angustiantes, as escolhas se fazem nescessárias, na medida que nos cabe escolher que caminhos trilhar, o que fazer, como agir. Estas opções de vida, nos fazem crescer como pessoa e aprender um pouco mais sobre nós mesmos. Uma escolha muda toda uma vida, e faz com que nos descubramos.
Nem sempre tomamos escolhas acertadas. Há também vezes em que as escolhas não mudam apenas nossa vida. Escolhas fazem parte do nosso dia-a-dia. Alteram a realidade. E modificam nações. A escolha de um pode alterar a realidade de muitos.
Após essa reflexão, vemo-nos novamente em época de eleição, e percebemos que mais uma vez, nossa escolha pode fazer a diferença.
O país se tornou um vitrine de rostos conhecidos ou não, que dizem ter feito mudanças nem sempre vistas por nós. Alguns novos, que dizem que farão algo. E temos uma vez mais, que decidir quem merece ser eleito pra nos representar.
E mais uma vez a escolha angustiante de ter o poder de mudar o país ou não está e nossas mãos. Pesemos bem, ponderemos bem, quais serão nossos escolhidos, para que no futuro tenhamos orgulho de dizer, eu fiz parte dessa mudança, minha escolha fez a diferença!
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Desabafo...
Nós escutamos muito as frases: "Antigamente era tudo tão mais fácil..."; "Hoje em dia os jovens não querem nada..."; "As pessoas hoje em dia estão muito acomodadas..."; "Na minha época...". Ouvimos isso e temos a falsa impressão de que o mundo está perdido, que não há quem queira modificar a realidade, que a juventude não busca melhorias e que a realidade é dura, mas não conseguimos fazer voltar as coisas boas do passado... Mas, será mesmo?
Será que as coisas hoje em dia não são tão complicadas pelo fato de nós mesmos a complicar? Certo é que nem sempre depende da gente realizar mudanças e descomplicar as coisas. Ninguém é uma ilha e não conseguimos nada isolados... Mas às vezes penso que nos falta a humildade pra reconhecermos nossos erros e sobra orgulho para tentar ajudar aos outros.
Numa conversa com um grande amigo, acabei percebendo que muitos estão cansados de "bater na mesma tecla" e brigar por um propósito que não vem sendo o comum. Um propósito que é muitas vezes incoompreendido, mas que funciona já a muito tempo e que, por um mero orgulho ferido, grandes causas vão esmoecendo, perdendo a força e ganhando uma cara oposta ao que um dia foi proposto...
Ainda nessa mesma linha de pensamento me vem a frase que me entristece profundamente...
Uma vez ouvi de um padre a frase que me cortou o coração: " A juventude de hoje em dia não trabalha, só sabe reclamar..."
No momento que ouvi a frase, me veio na cabeça uma vontade de gritar pra todo mundo ouvir que não é verdade!
Existe sim uma juventude que não conhece o seu lado ativo, que é acomodada e que não pensa no que os outros fazem, só reclamam do trabaho pronto. Mas hoje em dia devemos perceber que não existe e nunca existiu juventude, e sim juventudeS... Existe também um lado que luta, um lado que corre atrás, um lado jovem que é muitas vezes reprimido ou ocultado. E tudo por vaidades de quem não entende nossa luta por espaço, somente gosta de receber os louros por uma batalha vencida, não pelas mãos próprias. Vangloriar-se pelo trabalho cumprido por outros é muito fácil. Difícil é "pôr a mão na massa" e continuar um trabalho conquistado por muita luta e com uma cara que só quem tem, entende como se faz...
Não quero aqui me dizer superior a alguém, e dizer que é correto o meu modo de fazer... Só me indigna o fato de quererem "roubar" um espaço conquistado por esforço, por mérito de alguns pra modificar uma batalha já conquistada. E mais ainda, me indigna o fato de ninguém fazer nada pra mudar isso! E é aí que entra o raciocínio de antes. Não depende só de mim, ou de você que lê hoje esse post. Depende de mais que isso. Existe toda um hierarquia, toda uma burocracia, que devemos executar sorrindo como se fosse a melhor coisa do mundo, ou então somos taxados de pessoas de coração fechado a novas mudanças, seres mundanos ou algo do tipo. É a triste realidade...
Mas perante a esse desabafo (foi um desabafo para mim), que tento perturbar, provocando mudanças. Juntos podemos mais. Essas história de antigamente era tudo mais fácil, as coisas boas não voltam, não existe. Nós somos os protagonistas da vida. Somos os autores da nossa própria história. E tudo aquilo que escrevemos, podemos um dia realizar. Basta querermos, e com certeza encontraremos quem possa nos ajudar a realizar. E para ajudar também basta querer. Nada dessa história de ser independente. Para se fazer revoltas, basta ser independente, mas é necessário mais de um pra se fazer uma revolução.
Será que as coisas hoje em dia não são tão complicadas pelo fato de nós mesmos a complicar? Certo é que nem sempre depende da gente realizar mudanças e descomplicar as coisas. Ninguém é uma ilha e não conseguimos nada isolados... Mas às vezes penso que nos falta a humildade pra reconhecermos nossos erros e sobra orgulho para tentar ajudar aos outros.
Numa conversa com um grande amigo, acabei percebendo que muitos estão cansados de "bater na mesma tecla" e brigar por um propósito que não vem sendo o comum. Um propósito que é muitas vezes incoompreendido, mas que funciona já a muito tempo e que, por um mero orgulho ferido, grandes causas vão esmoecendo, perdendo a força e ganhando uma cara oposta ao que um dia foi proposto...
Ainda nessa mesma linha de pensamento me vem a frase que me entristece profundamente...
Uma vez ouvi de um padre a frase que me cortou o coração: " A juventude de hoje em dia não trabalha, só sabe reclamar..."
No momento que ouvi a frase, me veio na cabeça uma vontade de gritar pra todo mundo ouvir que não é verdade!
Existe sim uma juventude que não conhece o seu lado ativo, que é acomodada e que não pensa no que os outros fazem, só reclamam do trabaho pronto. Mas hoje em dia devemos perceber que não existe e nunca existiu juventude, e sim juventudeS... Existe também um lado que luta, um lado que corre atrás, um lado jovem que é muitas vezes reprimido ou ocultado. E tudo por vaidades de quem não entende nossa luta por espaço, somente gosta de receber os louros por uma batalha vencida, não pelas mãos próprias. Vangloriar-se pelo trabalho cumprido por outros é muito fácil. Difícil é "pôr a mão na massa" e continuar um trabalho conquistado por muita luta e com uma cara que só quem tem, entende como se faz...
Não quero aqui me dizer superior a alguém, e dizer que é correto o meu modo de fazer... Só me indigna o fato de quererem "roubar" um espaço conquistado por esforço, por mérito de alguns pra modificar uma batalha já conquistada. E mais ainda, me indigna o fato de ninguém fazer nada pra mudar isso! E é aí que entra o raciocínio de antes. Não depende só de mim, ou de você que lê hoje esse post. Depende de mais que isso. Existe toda um hierarquia, toda uma burocracia, que devemos executar sorrindo como se fosse a melhor coisa do mundo, ou então somos taxados de pessoas de coração fechado a novas mudanças, seres mundanos ou algo do tipo. É a triste realidade...
Mas perante a esse desabafo (foi um desabafo para mim), que tento perturbar, provocando mudanças. Juntos podemos mais. Essas história de antigamente era tudo mais fácil, as coisas boas não voltam, não existe. Nós somos os protagonistas da vida. Somos os autores da nossa própria história. E tudo aquilo que escrevemos, podemos um dia realizar. Basta querermos, e com certeza encontraremos quem possa nos ajudar a realizar. E para ajudar também basta querer. Nada dessa história de ser independente. Para se fazer revoltas, basta ser independente, mas é necessário mais de um pra se fazer uma revolução.
sábado, 26 de junho de 2010
Dedicatória
Bom, em geral as dedicatórias aparecem no início de um projeto, com o intuito de nos lembrar dos que nos apoiaram a concretizá-lo...
No meu caso, não fiz essa dedicatória, mas algumas pessoas muito queridas influenciaram na criação deste blog. Edigar e Letícia, estou falando de vocês...rsrs...
Mas, esta dedicatória é na verdade uma que li em um livro do Leonardo Boff, e que me chamou muita atenção pela grandiosidade e simplicidade das palavras:
"Dedico este livrinho à montanha que visita sempre minha janela.
Às vezes o sol a calcina. Outras a afaga.
Frequentemente a chuva a castiga.
Não raro a névoa a envolve mansamente.
Nunca a ouvi queixar-se por causa do calor ou frio. Jamais cobrou alguma coisa por sua majestática beleza. Nem o agradecimento. Ela se dá simplismente. Gratuitamente.
Não é menos majestosa quando o sol a acaricia do que quando o vento a açoita. Não cuida se a olham. Nem se incomoda se a galgam. Ela é como Deus: tudo suporta; tudo sofre; tudo acolhe. Deus se comporta como ela. Por isso a montanha é um sacramento de Deus: revela, recorda, aponta, reenvia. Porque ela é assim, dedico-lhe, agradecido, este livrinho.
Nele se tenta falar a linguagem sacramental que ela fala, mas - o que é muito mais - ela mesma é."
O Sacramento da Vida e a Vida dos Sacramentos - Leonardo Boff
Devemos às vezes, tentar ser como a montanha, que se doa sem nada pedir em troca. Quem sabe um dia consigamos...
No meu caso, não fiz essa dedicatória, mas algumas pessoas muito queridas influenciaram na criação deste blog. Edigar e Letícia, estou falando de vocês...rsrs...
Mas, esta dedicatória é na verdade uma que li em um livro do Leonardo Boff, e que me chamou muita atenção pela grandiosidade e simplicidade das palavras:
"Dedico este livrinho à montanha que visita sempre minha janela.
Às vezes o sol a calcina. Outras a afaga.
Frequentemente a chuva a castiga.
Não raro a névoa a envolve mansamente.
Nunca a ouvi queixar-se por causa do calor ou frio. Jamais cobrou alguma coisa por sua majestática beleza. Nem o agradecimento. Ela se dá simplismente. Gratuitamente.
Não é menos majestosa quando o sol a acaricia do que quando o vento a açoita. Não cuida se a olham. Nem se incomoda se a galgam. Ela é como Deus: tudo suporta; tudo sofre; tudo acolhe. Deus se comporta como ela. Por isso a montanha é um sacramento de Deus: revela, recorda, aponta, reenvia. Porque ela é assim, dedico-lhe, agradecido, este livrinho.
Nele se tenta falar a linguagem sacramental que ela fala, mas - o que é muito mais - ela mesma é."
O Sacramento da Vida e a Vida dos Sacramentos - Leonardo Boff
Devemos às vezes, tentar ser como a montanha, que se doa sem nada pedir em troca. Quem sabe um dia consigamos...
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Copa 2010
Época de Copa Mundial é sempre assim, o Brasil inteiro pára em dia de jogo da Seleção, pra juntos torcer pelo seu time. Alguns dias antes, vizinhos, amigos e parentes se unem para enfeitar as ruas; fazem "vaquinhas" para comprar tintas e colocam para fora todo seu lado artístico e fazer belas réplicas dos desenhos dos mascotes e símbolos deste evento que acontece a cada 4 anos e mobiliza milhões de pessoas.
Me lembro de quando eu tinha uns 9 ou 10 anos de idade, quando ocorria a Copa de 2002. A vizinhança inteira de onde moro se uniu, fechou a rua e todos acordavam cedo para assistir aos jogos. Felizmente nesse ano, o Brasil levou o título de pentacampeão mundial.
Foi a partir da lembrança dessa bonita união, quando todos deixaram as diferenças e desavenças de lado e iam juntos às ruas comemorar mais essa vitória brasileira, que me coloquei a lembrar de todas as vezes que milhares de pessoas se uniram em prol de um mesmo ideal. Acabei percebendo uma coisa: Nós brasileiros, em maior parte, nos unimose nos mobilizamos por motivos nem sempre tão importantes e nobres. Não que eu queira desmerecer as Copas Mundiais e as vitórias brasileiras. Acontece que nos mobilizamos realmente, para festejos, futebol e para tentar consertar grandes tragédias.
Pensando nisso, percebi também que muitos dos grandes problemas são levados em alerta à sociedade e nem sempre são levadas à sério.
Um bom exemplo para ilustrar meu pensamento é o Aquecimento Global. Ficamos em frente à TV, assistindo programas sobre futilidades, inutilidades e besteirol e, no entanto, quantas vezes quando começou o noticiário, não mudamos o canal pois não queremos ver tragédias. Concordo que às vezes os jornais exageram no negativismo das reportagens ou demosntram apenas as grandes e generosas ações das "pessoas influentes". Aquele ato de uma beneficência momentânea em que todos ficamos comovidos. Vale lembrar que aqui não generalizo, pois sem dúvidas há aquelas verdadeiras almas caridosas. Mas a maioria dessas boas ações que são verdadeiras não são noticiadas. Mas há também os jornais que enviam alertas À população, com reportagens interessantes e, muitas vezes, simplismente mudando de canal com o pensamento: "De novo falando desse tal de aquecimento global...".
Reclamamos o tempo inteiro do clima. Ora está um frio congelante, ora um calor infernal, mas o que realmente fazemos para mudar essa situação? Coloquemos a mão na consciência. Quantas vezes nos mobilizamos para combater este, que é um dos muitos males que assolam a humanidade? Porque não sair às ruas também nessas horas, para fazer a diferença? Po ser que não solucione o problema, mas é melhor do que esperar que ele se resolva sozinho ou não se resolva, para depois colocarmos mais uma vez a culpa no governo que é ruim, na natureza que "está em fúria", ou em qualquer outro que sirva de bode expiatório.
Que tal então, aproveitarmos a Paixão Mundial, o futebol, para enviar um recado a todos, já que "todos falamos futebol"?
Pode ser que algo mude. Ou não.
Tudo isso é também uma questão cultural. Poucos são aqueles que se unem em um bem comum, e ainda que se unam, desses poucos, menos ainda são os que conseguem realizar os ideais. Talvez seja próprio do ser humano, só se mobilizar para o que traga benefício individual. Talvez o bem comum não seja proveitosos pra todos.
Bom, fica a provocação. Se alguém se sentir incomodado com minhas palavras, certamente vai comentar. E quem gostar também. Fica livre à interpretação de todos.
Em breve volto com mais histórias e pensamentos loucos nascidos delas.
Me lembro de quando eu tinha uns 9 ou 10 anos de idade, quando ocorria a Copa de 2002. A vizinhança inteira de onde moro se uniu, fechou a rua e todos acordavam cedo para assistir aos jogos. Felizmente nesse ano, o Brasil levou o título de pentacampeão mundial.
Foi a partir da lembrança dessa bonita união, quando todos deixaram as diferenças e desavenças de lado e iam juntos às ruas comemorar mais essa vitória brasileira, que me coloquei a lembrar de todas as vezes que milhares de pessoas se uniram em prol de um mesmo ideal. Acabei percebendo uma coisa: Nós brasileiros, em maior parte, nos unimose nos mobilizamos por motivos nem sempre tão importantes e nobres. Não que eu queira desmerecer as Copas Mundiais e as vitórias brasileiras. Acontece que nos mobilizamos realmente, para festejos, futebol e para tentar consertar grandes tragédias.
Pensando nisso, percebi também que muitos dos grandes problemas são levados em alerta à sociedade e nem sempre são levadas à sério.
Um bom exemplo para ilustrar meu pensamento é o Aquecimento Global. Ficamos em frente à TV, assistindo programas sobre futilidades, inutilidades e besteirol e, no entanto, quantas vezes quando começou o noticiário, não mudamos o canal pois não queremos ver tragédias. Concordo que às vezes os jornais exageram no negativismo das reportagens ou demosntram apenas as grandes e generosas ações das "pessoas influentes". Aquele ato de uma beneficência momentânea em que todos ficamos comovidos. Vale lembrar que aqui não generalizo, pois sem dúvidas há aquelas verdadeiras almas caridosas. Mas a maioria dessas boas ações que são verdadeiras não são noticiadas. Mas há também os jornais que enviam alertas À população, com reportagens interessantes e, muitas vezes, simplismente mudando de canal com o pensamento: "De novo falando desse tal de aquecimento global...".
Reclamamos o tempo inteiro do clima. Ora está um frio congelante, ora um calor infernal, mas o que realmente fazemos para mudar essa situação? Coloquemos a mão na consciência. Quantas vezes nos mobilizamos para combater este, que é um dos muitos males que assolam a humanidade? Porque não sair às ruas também nessas horas, para fazer a diferença? Po ser que não solucione o problema, mas é melhor do que esperar que ele se resolva sozinho ou não se resolva, para depois colocarmos mais uma vez a culpa no governo que é ruim, na natureza que "está em fúria", ou em qualquer outro que sirva de bode expiatório.
Que tal então, aproveitarmos a Paixão Mundial, o futebol, para enviar um recado a todos, já que "todos falamos futebol"?
Pode ser que algo mude. Ou não.
Tudo isso é também uma questão cultural. Poucos são aqueles que se unem em um bem comum, e ainda que se unam, desses poucos, menos ainda são os que conseguem realizar os ideais. Talvez seja próprio do ser humano, só se mobilizar para o que traga benefício individual. Talvez o bem comum não seja proveitosos pra todos.
Bom, fica a provocação. Se alguém se sentir incomodado com minhas palavras, certamente vai comentar. E quem gostar também. Fica livre à interpretação de todos.
Em breve volto com mais histórias e pensamentos loucos nascidos delas.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Apresento-lhes, minha história...
Não sou de cultivar certos "modismos". Só me filio a coisas que acho que serão realmente proveitosas para mim.
Logo que foram criados os blogs, vários adeptos da novidade foram recebidos. Alguns sem muito o que dizer, apenas pra ser "mais um na multidão". Bom, particularmente não me interessei muito pela nova ferramenta da informática logo de início, até mesmo porque alguns blogs só serviam para falar abobrinha e contar o cotidiano de algumas pessoas.
Depois de visitar alguns blogs que achei interessantes, conheci uma outra função dessa ferramenta, e descobri que ela é, na verdade um meio de comunicação criado para aqueles que querem ser ouvidos, e para aqueles que querem saber o que outras pessoa tem a dizer, seja qual for o assunto.
Então, depois de muito matutar sobre isso, resolvi eu mesma escrever um blog.
Sendo assim, me coloquei a pensar sobre o que escrever, e como já há algum tempo havia pensado na possibilidade de escrever sobre as artes e artimanhas, que já presenciei e já ouvi dizer que ocorreram, escolhi o meu assunto a ser aqui abordado.
Alguns irão pensar, "será mais um blog contando sobre o cotidiano de alguém sem nada a acrescentar...", e é por isso, que além de algumas histórias de vida, falarei também sobre os mais variados assuntos, colocando neles meu ponto de vista.
Enfim, a todos aqueles que quiserem saber um pouco mais das histórias que moldaram esse ser, muitas vezes incompreendido, mas que muito tem a dizer, digo: sejam muito bem -vindos.
Prometo tentar escrever de forma a agradar e divertir vocês com as loucuras que aqui falarei.
Acho que por hoje, já disse o suficiente. Até mesmo as loucuras devem ter limite...
espero que os meu leitores apreciem o que tenho a dizer.
Logo que foram criados os blogs, vários adeptos da novidade foram recebidos. Alguns sem muito o que dizer, apenas pra ser "mais um na multidão". Bom, particularmente não me interessei muito pela nova ferramenta da informática logo de início, até mesmo porque alguns blogs só serviam para falar abobrinha e contar o cotidiano de algumas pessoas.
Depois de visitar alguns blogs que achei interessantes, conheci uma outra função dessa ferramenta, e descobri que ela é, na verdade um meio de comunicação criado para aqueles que querem ser ouvidos, e para aqueles que querem saber o que outras pessoa tem a dizer, seja qual for o assunto.
Então, depois de muito matutar sobre isso, resolvi eu mesma escrever um blog.
Sendo assim, me coloquei a pensar sobre o que escrever, e como já há algum tempo havia pensado na possibilidade de escrever sobre as artes e artimanhas, que já presenciei e já ouvi dizer que ocorreram, escolhi o meu assunto a ser aqui abordado.
Alguns irão pensar, "será mais um blog contando sobre o cotidiano de alguém sem nada a acrescentar...", e é por isso, que além de algumas histórias de vida, falarei também sobre os mais variados assuntos, colocando neles meu ponto de vista.
Enfim, a todos aqueles que quiserem saber um pouco mais das histórias que moldaram esse ser, muitas vezes incompreendido, mas que muito tem a dizer, digo: sejam muito bem -vindos.
Prometo tentar escrever de forma a agradar e divertir vocês com as loucuras que aqui falarei.
Acho que por hoje, já disse o suficiente. Até mesmo as loucuras devem ter limite...
espero que os meu leitores apreciem o que tenho a dizer.
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